O que nos faltou? A imensidão do tempo, a plenitude do amor, a vontade de continuar o que ainda estava para começar. Faltou criar a palavra nós e guardá-la numa fotografia, o querer mais, penetrar na distância e nos tempos cruzados e ficarmos.
E agora não sei o que hei-de fazer com os teus restos. Porque não consigo deitá-los fora como me deitaste a mim.